the bright side of the moon – catalog, text by Duarte Melo

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Duarte Melo, director of the Museum Carlos Machado

By inviting Filipe Franco, Museum Carlos Machado’s programmatic aim is to draw a wider and better attention to local artists, showing in their value the several visual and aesthetic languages produced in the Azores.

THE BRIGHT SIDE OF THE MOON is a project that was produced and accomplished at an insular and outer context, which the artist denominates as “Aesthetic Problematic”.

The set of works that are now being exhibited expresses and records the Moon cycles, supporting the Artist’s anxiety regarding a never ending search for the origins.

Through his plastic and aesthetic approach, Filipe Franco discloses one of the possible search roadmaps for understanding the Cosmos through the Tripe Axis Time, Space and Light.

The medium sized, considerably measured artistic objects are placed in a real crossroad between Painting and Sculpture. Geometric representations bring desire the poetry of mystery and the ephemeral, suggesting the transitory metaphor: lights and shadows.

The materials, in their minimal textures, are fragile, truly delicate and subtle, announcing to the Island and to the ever sea the light that surpasses in the spot of a glance.

Through his work, Filipe Franco underlines, in an aesthetic note, the importance of a light gap upon the composition plans, providing it with a natural gracefulness.

The work presents itself as being innocent in its space springiness, corroborating Kandinsky’s words when he says that “every work of art is a child of its time”.

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Duarte Melo

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*Duarte Melo, director do Museu Carlos Machado

O Museu Carlos Machado, ao convidar Filipe Franco, tem como objectivo programático dar uma maior e melhor atenção aos artistas locais, mostrando valorativamente as diferentes linguagens visuais e estéticas produzidas nos Açores.

THE BRIGHT SIDE OF THE MOON – é um projecto concebido e realizado em contexto periférico e insular, o qual o artista designa de “Problematização Estética”.

O conjunto das obras, agora em exposição, exprime e regista os ciclos da Lua, confirmando assim a inquietação do Artista numa incessante procura dos princípios.

Filipe Franco, na sua abordagem plástica e estética, descortina um dos possíveis itinerários de busca sobre o entendimento do Cosmo, através da Triangulação Tempo, Espaço e Luz.

Os objectos artísticos, de médio formato e de volumetria considerável, situam-se numa autêntica encruzilhada entre a Pintura e a Escultura. As representações geométricas, emprestam ao desejo a poética do mistério, do efémero, aludindo á metáfora do transitório: Luzes e sombras.

Os materiais em texturas minimais são frágeis, verdadeiramente delicados e subtis, anunciando à Ilha e ao sempre mar a luz que passa no instante do olhar.

Filipe Franco com a sua obra sublinha, em apontamento estético, a importância da brecha de luz sobre os planos da composição, o que confere uma natural graciosidade.

A Obra na sua elasticidade espacial apresenta-se inocente, dando razão a Kandinsky quando diz que “toda a obra de arte é filha do seu tempo”.

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Duarte Melo

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